Greve dos rodoviários afeta 50% da frota no Rio de Janeiro hoje
A greve dos rodoviários começou na madrugada desta segunda-feira, 29 de junho de 2026, e já afeta a mobilidade no Rio de Janeiro. A paralisação foi aprovada após impasse salarial.
A Justiça do Trabalho determinou que ao menos 50% da frota de ônibus permaneça em circulação por linha e itinerário durante a greve.
A prefeitura informou que monitora a operação e tenta reduzir o impacto para os passageiros, enquanto o sistema BRT segue com programação de dia útil.
O que este artigo aborda:
- O que motivou a paralisação dos ônibus
- Como a greve afeta passageiros nesta segunda
- Resposta da prefeitura e próximos passos
O que motivou a paralisação dos ônibus
O movimento foi aprovado pelo sindicato dos rodoviários depois de uma assembleia realizada no domingo, 28 de junho. Não houve acordo na campanha salarial da categoria.
Entre os pedidos, os trabalhadores defendem piso de R$ 4 mil para motoristas e R$ 5 mil para condutores de articulados do BRT.
Também estão na pauta reajuste geral de 17%, tíquete-alimentação de R$ 1 mil, plano de saúde e o fim dos contratos temporários na Mobi-Rio.
- Piso de R$ 4 mil para motoristas
- Salário de R$ 5 mil para condutores de articulados
- Reajuste de 17% para a categoria
- Tíquete-alimentação de R$ 1 mil
Como a greve afeta passageiros nesta segunda
Segundo o UOL, passageiros enfrentaram maior tempo de espera em terminais nas primeiras horas do dia.
O mesmo relato informa que cerca de 800 ônibus estavam circulando pela manhã, número ainda abaixo da demanda habitual da cidade.
O Rio Ônibus afirmou que 30 veículos foram vandalizados. Segundo a entidade patronal, a maioria teve vidros quebrados durante o início da paralisação.
- Maior espera nos pontos e terminais
- Circulação parcial da frota
- Reforço de outros modais
- Monitoramento da operação ao longo do dia
Resposta da prefeitura e próximos passos
A administração municipal disse que acompanha a situação e pediu à Justiça ampliação do percentual mínimo de ônibus para tentar preservar o atendimento.
Em paralelo, a cidade mantém mudanças recentes no sistema. Desde 28 de junho, os ônibus municipais deixaram de aceitar pagamento em dinheiro.
Esse contexto amplia a pressão sobre usuários que dependem da rede regular e agora enfrentam, ao mesmo tempo, transição na bilhetagem e oferta reduzida de veículos.
- Acompanhar atualizações das linhas antes de sair
- Buscar alternativas como metrô, trem e BRT
- Sair mais cedo para compromissos essenciais
- Monitorar comunicados da prefeitura e das empresas
Uma reunião de conciliação entre trabalhadores e empresários está prevista para terça-feira, 30 de junho. Até lá, a operação seguirá sob tensão e fiscalização judicial.
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